Terça-feira, 30 de Janeiro de 2007

...

Não ser igual

 

 

Este é o poema

De um lamento,

De um ser que tem dentro

Um pensamento inovador.

Rege-se pela lei do seu querer

E faz por esquecer

A reacção do apreciador,

Que vive as horas do dia

Em monótona sincronia

Sem opções de melhor.

 

Desdenham quem é diferente

Porque não segue a corrente,

Pois se libertou dos grilhões,

Duma sociedade viciosa,

Tantas vezes invejosa,

Que não soube subtrair

Ao peso das tradições.

Critica quem saiu da sandice,

Se deixou de pequenice ,

Criou seus próprios padrões.

 

Isto, só, não lhe perdoam

Aqueles que não conseguem:

Os mesquinhos, invejosos,

De nulidade orgulhosos,

Que suas acções não medem.

Sujam, enlameiam, torpedeiam.

Por seu génio incapazes,

São aqueles que não semeiam

E, no entanto, colher queriam.

Aves de rapina, vorazes !..

(Pré publicação de " Suspiros Poéticos")

 

publicado por oserrano às 14:35
link do post | comentar | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Fevereiro 2007

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28

.posts recentes

. Mote e Glosa a Antero de ...

. Poema sobre a vida ( Mote...

. Outono

. Quimeras e Fingimentos - ...

. Meu cavalo alado

. Suspiros Poéticos

. ...

. Serrana - Poema

.arquivos

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

blogs SAPO

.subscrever feeds